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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Adeus, taxas! Bens de capital e informática terão impostos de importação zerados


Duas portarias de órgãos ligados ao Governo Federal vão zerar os impostos de importação de uma lista de bens de capital e bens de informática e telecomunicações até 2021. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União na sexta-feira (2).

Brasília — A secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia divulgou nesta sexta-feira que aprovou medida que zera, temporariamente, as alíquotas do Imposto de Importação sobre 261 bens de capital e 20 bens de informática.

O benefício, que é concedido a itens que não têm produção nacional equivalente, valerá até 31 de dezembro de 2021.

Em nota, a secretaria informou que uma portaria publicada nesta manhã no Diário Oficial da União diminuiu de 14% para zero a alíquota de 240 novos bens de capital (BK), renovando a regra para outros 21.

Em outra portaria, a secretaria definiu 20 novos “ex-tarifários” — nome do regime de redução temporária do Imposto de Importação — para bens de informática e telecomunicações (BIT). Nesse caso, a alíquota cairá de 16% para zero.

“Somente em 2019 já foram concedidos um total de 1.189 ex-tarifários para BK e BIT. O objetivo é promover a atração de investimentos para o Brasil, desonerando os aportes direcionados a empreendimentos produtivos”, afirmou a secretaria.
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Xiaomi inova e registra patente de celular com painel solar


   A Xiaomi acaba de surpreender o mercado mobile mais uma vez ao deixar vir à público uma patente que mostra um possível smartphone da empresa que possui painel solar, garantindo carregamento contínuo do celular sem a necessidade de plugá-lo na tomada, criando um produto até mesmo ecologicamente correto.

   O registro realizado em 27 de julho de 2018 no WIPO (Escritório Mundial de Propriedade Intelectual) mostra um aparelho que traz um módulo para captação de energia solar aplicado ao corpo do aparelho, e não em forma de case ou outro tipo de anexo removível.

   Dos esboços anexados no documento, a parte que mais chama a atenção de cara é a traseira, pois traz a placa que vai ser responsável por manter a bateria do smartphone semente carregada. Acompanhando esse recurso inédito estão as câmeras, que formas alinhadas verticalmente em um conjunto duplo onde existe um flash entre as lentes, algo semelhante ao que a Xiaomi fez no topo de linha Mi 8.

   Mesmo o foco principal desse dispositivo inovador ser o fato dele ter um painel solar, esse suposto aparelho também deixa alguns pontos para aguçar a curiosidade de quem é mais antenado nas tecnologias que estão sendo aplicadas nos celulares nos últimos tempos.

   Algo interessante está na parte frontal do suposto produto, onde não existe qualquer tipo de entalhe, nem mesmo algum indício de que ele possa contar com a câmera de selfies em forma de pop-up ou slide. Isso pode significar que, além do leitor de digitais, a lente para fotos frontais pode ser aplicada sob a tela dispositivo, indicando que esse smartphone pode ser extremamente avançado em diversos quesitos.

   Ainda não se sabe ao certo se a Xiaomi vai levar o projeto adiante, porém a divulgação da patente faz com que o público fique alerta para futuros lançamentos da empresa, haja vista que tem um bom tempo que a gigante chinesa não inova de forma surpreendente, algo que vimos há alguns anos com o lançamento do primeiro Mi Mix.

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WhatsApp do Facebook e Instagram do Facebook, é assim q será!


   A gigante de tecnologia deve mudar em breve os títulos de seus aplicativos para “Instagram do Facebook” e "WhatsApp do Facebook”

O Facebook quer realmente que os usuários do Instagram e do WhatsApp saibam quem está “no comando”. Os títulos dos aplicativos mudarão em breve para “Instagram do Facebook” e “WhatsApp do Facebook”. A empresa já segue essa abordagem com seu aplicativo Workplace.

Se exercer mais influência sobre a direção de ambos os aplicativos, instalando executivos do Facebook não foi suficiente, agora o gigante da rede social vai adicionar "Facebook" aos seus nomes. O Instagram em breve se tornará “Instagram do Facebook” e o WhatsApp se transformará em “WhatsApp do Facebook”.

Os novos títulos também aparecerão na Apple Store e no Google Play. Na tela inicial do dispositivo do usuário, o nome de cada um deles permanecerá o mesmo, mas só por enquanto. Mas conforme publicou o site The Verge, também é muito provável que “do Facebook” apareça na tela inicial dos dois aplicativos. A gigante da tecnologia já fez essa mudança com o Oculus.


Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, promete que a rede social será  renovada e “mais privada”. Ao mesmo tempo em que a popularidade do Facebook caiu entre os consumidores mais jovens, a do Instagram e a do WhatsApp dispararam.

O Facebook vem trabalhando também para melhorar a sua segurança, diante da forte pressão de ativistas e reguladores desde o início do ano, quando foi revelado que dados de 87 milhões de usuários foram utilizados indevidamente pela consultoria Cambridge Analytica.

O Wall Street Journal informou ontem que a FTC está examinando se as muitas aquisições do Facebook foram feitas com o objetivo de esmagar a concorrência. Agora, duas das compras mais significativas da empresa terão o Facebook carimbado diretamente em seus nomes.

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Xiaomi volta com tudo para o Brasil e com celulares Top de Linha


   A cerimônia foi feita na noite desta terça-feira em São Paulo, a grande chinesa Xiaomi anunciou oficialmente sua volta ao Brasil. Por meio de uma parceria com a brasileira DL, a empresa lançará  sete smartphones com uma grande variedade de preços e configurações. O pais também recebe sua primeira loja física, que fica localizada na cidade de São Paulo.Segundo Luciano Barbosa, head da operação Xiaomi no Brasil, tanto a Xiaomi quanto a DL vão trabalhar com “margens mínimas” para proporcionar um preço mais competitivo a seus produtos. 

Veja mais sobre os aparelhos abaixo.

Redmi Go

   Aparelho de entrada da linha, o Redmi Go tem este nome por usar o Android Go, versão mais enxuta do Android. O aparelho tem tela de 5,0 polegadas e resolução é HD (1280 x 720 pixels), 8 GB de armazenamento interno, 1 GB de RAM e bateria de 3.000 mAh. O aparelho será vendido com preço de R$ 699.

   Além dos cinco smartphones detalhados acima, chegam também o Redmi Note 6 Pro e o Pocophone F1. Estes dois já estavam disponíveis há algumas semanas no País.

Redmi 7

   O Redmi 7 terá preços de R$ 1.299 (32 GB) ou R$ 1.499 (64 GB). O aparelho tem tela de 5,8 polegadas com resolução HD+ (1520 x 720 pixels) e entalhe na parte frontal em forma de gota. O smartphone tem ainda processador Snapdragon 632 e memória RAM de 3 GB. A câmera principal tem 12 megapixels + 2 megapixels (auxiliar), enquanto a frontal tira selfies de 8 MP.

Redmi Note 7

   Essa é a aposta da Xiaomi no segmento intermediário premium. O Redmi Note 7 tem câmera dupla com dois sensores, de 48 MP e 5 MP. O aparelho traz ainda processador Snapdragon 660, memória RAM de 4GB, tela de 6,3 polegadas e armazenamento de 64 GB. A bateria é de 4.000 mAh, um valor acima da média do mercado. O preço sugerido é de R$ R$ 1.699.
Mi 8 Lite

   O Xiaomi Mi 8 Lite tem preço sugerido de R$ 2.699. O aparelho tem processador Snapdragon 660, 4 GB de RAM e armazenamento de 64 GB. A câmera traseira é dupla, com um sensor principal de 12 MP e um secundário de 5 MP. Já a câmera frontal tem 24 MP.

Mi9

   O Mi9 é o modelo mais avançado que a empresa venderá no Brasil nessa volta. O aparelho tem acabamento em metal e vidro (traseira), tela Super AMOLED de 6,3 polegadas e leitor de digitais por baixo da tela. A configuração do aparelho inclui o chip Snapdragon 855, o modelo mais avançado da Qualcomm atualmente no mercado. O Mi 9 tem três câmeras na traseira: principal, ultrawide e telefoto. A câmera principal tem sensor Sony de 48 MP. 

   Já a câmera ultrawide possui ângulo de visão de 117 graus. A câmera telefoto tem sensor de 12 MP e zoom óptico de 2x para fotografar objetos mais distantes. O aparelho será vendido com preço de R$ 3.999 e concorrerá diretamente com o Galaxy S10 e com o Huawei P30 Pro, ambos lançados recentemente no país.

Demais produtos

   O lançamento dos smartphones é apenas parte da parceria da Xiaomi com a DL. A empresa brasileira também trará para o Brasil outros produtos da Xiaomi. Vale notar que, na China, a Xiaomi produz todo tipo de produto eletrônico, incluindo pulseiras inteligentes, drones, lâmpadas, bicicletas e patinetes elétricos e até guarda-chuvas e escovas de dentes.

   No Brasil, um acessório da Xiaomi que deve chegar é a MiBand 3, uma pulseira inteligente que, em sincronia com o smartphone, mede a atividade física do usuário.

   Juntamente com os produtos, a empresa vai inaugurar sua primeira loja oficial no Brasil. A loja será inaugurada no dia 1/6 no Shopping Ibirapuera. O site da Xiaomi, o mi.com, também ganhará uma versão para o Brasil, que deve entrar no ar na primeira semana de junho.
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segunda-feira, 22 de abril de 2019

Wi-Fi 6 está chegando: veja por que você deve se importar


   Prepare-se para a próxima geração de tecnologia Wi-Fi: Wi-fi 6 (por isso é chamado) vai ser exibido em dispositivos a partir do próximo ano. Mas você terá que jogar fora seu antigo roteador e obter um novo? E isso vai fazer seu Netflix rodar mais rápido? Aqui está tudo o que você precisa saber sobre o novo padrão.

   Explicar a tecnologia wifi pode ser bastante técnico. Muitas melhorias recentes, incluindo aquelas que chegam com o Wi-Fi 6, envolvem uma engenharia inteligente para extrair mais largura de banda dos 2.4GHz e 5GHz existentes que seu roteador já emprega. O resultado final é mais capacidade nos mesmos canais, com menos interferência entre eles, além de velocidades de transferência de dados mais rápidas.

   Transformando o Wi-Fi em até seis
   Uma das mudanças mais importantes que o Wi-Fi 6 traz consigo é, obviamente, o novo sistema de nomeação: usar uma simples sucessão de números facilitará muito aos clientes o controle dos padrões e a certeza de que eles tem kit compatível configurado. O termo mais técnico para o Wi-Fi 6 é 802.11ax, se você preferir a nomenclatura antiga.

   Padrões mais antigos estão sendo renomeados retroativamente também - o padrão 802.11ac se torna Wi-Fi 5, o padrão 802.11n se torna Wifi 4 e assim por diante. Espere ver o novo nome da Wi-Fi 6 em produtos de hardware e dentro de menus de software a partir de 2019, bem como pequenos logotipos bem parecidos com os que o Google usa para seus dispositivos Chromecast.
   O que o Wi-Fi 6 tem a oferecer no celular
   As mudanças vão além do nome. A nova geração do Wi-Fi promete deixar os viciados em games e séries bem satisfeitos: o Wi-Fi 6 irá suportar streaming de vídeo em 8K – desde que o provedor de internet ofereça este tipo de acesso e a indústria se movimente em prol de tablets e talvez celulares com tamanha capacidade de exibição de imagens).

   Outro avanço tem a ver com a eficiência. O consumo de energia será menor e, consequentemente, a bateria dos telefones durará mais. Além disso, é esperada uma melhor performance em ambientes lotados. Assim, será possível conseguir uma boa conexão mesmo em locais com alto fluxo de pessoas, como bares, restaurantes, estádios de futebol, escolas e shoppings.

   Como sempre, as melhorias com esta última geração de wi-fi estão em duas áreas principais: Velocidade bruta e taxa de transferência (se wi-fi fosse uma rodovia, estaríamos falando de um limite máximo de velocidade mais alto para veículos, bem como mais pistas para lidar com mais veículos de uma só vez). O Wi-Fi 6 suportará streaming de vídeo em 8K, desde que seu fornecedor de Internet ofereça acesso a velocidades de download suficientes.

   Na prática, isso significa suporte para taxas de transferência de 1,1Gbit / s na banda de 2,4GHz (com quatro fluxos disponíveis) e 4,8Gbit / s na banda de 5GHz (com oito fluxos disponíveis), embora a tecnologia ainda esteja sendo aperfeiçoada antes de sua lançamento completo no próximo ano - essas velocidades podem, na verdade, subir (está atingindo 10Gbit / s no laboratório ). Grosso modo, você pode esperar aumentos de velocidade de 4x a 10x no seu wifi.


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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Xiaomi Mi 9, um milhão de vendas em um mês


 O Xiaomi Mi 9, principal lançamento da Xiaomi em 2019, alcançou a marca de um milhão de unidades comercializadas em apenas um mês. A novidade vem logo depois de o celular chegar ao topo do ranking de aparelhos Android mais poderosos do mundo segundo o aplicativo de benchmark Antutu. O modelo chinês ocupa as duas primeiras posições: em primeiro, a versão Transparent Edition com 12 GB de memória RAM, e logo em seguida, a edição regular.

Embora tenha especificações avançadas, como processador Snapdragon 855, leitor de impressões digitais na tela e conjunto robusto de câmeras, o Mi 9 se destaca pelo preço, sendo mais barato que lançamentos equivalentes da Samsung, Apple e Huawei. O telefone ainda não chegou oficialmente ao Brasil, apesar da volta da Xiaomi ao país. Ainda assim, permanece como opção de importação com bom custo-benefício. Conheça a seguir os principais atributos do telefone e entenda porque ele caiu nas graças do consumidor.

Design sofisticado
O Xiaomi Mi 9 é construído em uma combinação de metal e vidro Gorilla Glass 6, que traz proteção superior para o display. Outro destaque é o acabamento da parte traseira, que tem laterais curvadas para melhorar a pegada do usuário, além de uma camada reflexiva que exibe cores diferentes dependendo do ângulo de visão. A fabricante chama o material de “Vidro Holográfico” por conta do efeito da luminosidade sobre o visual do celular.

As bordas finas, o notch discreto e o consequente aproveitamento de tela de mais de 90% da parte frontal evitam que o Mi 9 seja tão grande quanto o display de 6,39 polegadas possa sugerir. O smartphone tem dimensões similares às do Galaxy S10 Plus, com peso e espessura ligeiramente menores. Outro destaque é o botão lateral personalizável, que pode abrir o Google Assistente ou qualquer outro aplicativo instalado com apenas um clique.

A versão mais avançada Transparent Edition traz um visual diferente na traseira, com acabamento transparente para dar a impressão de que os componentes internos estão expostos. Abaixo da tampa, o celular traz uma fina camada em alumínio, com ilustrações encravadas para indicar a posição do processador e da bobina de indução do carregamento sem fio, entre outros elementos do hardware.

Tela AMOLED com leitor de digitais embutido
A tela é um dos pontos altos do Mi 9. Fabricado pela Samsung com a tecnologia Super AMOLED, o display de 6,39 polegadas exibe alta gama de cores e tem resolução Full HD+ (2340 x 1080 pixels), o que tende a ser suficiente para assistir a vídeos e obter boa experiência em jogos com gráficos mais exigentes. A definição do painel, no entanto, não chega ao patamar presente nos melhores celulares da Samsung, que alcançam o Quad HD.

O celular conta ainda com leitor de impressões digitais embutido na tela. Segundo a Xiaomi, o componente está 25% mais rápido que no antecessor Mi 8.

Hardware de primeira linha

Apesar de ser mais barato que rivais da mesma categoria, o Mi 9 não economiza na ficha técnica. As especificações incluem 6 GB ou 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento. Na versão Transparent Edition, que tomou a dianteira no ranking do Antutu, conta com 12 GB de RAM e 256 GB de espaço interno. Em todas as edições, o processador é o Snapdragon 855, atualmente o mais potente da Qualcomm e presente na maioria dos smartphones premium de outras fabricantes.

Câmera tripla, uma delas de 48 megapixels
O Mi 9 tem um conjunto de três câmeras de respeito na parte traseira. A principal tem 48 megapixels e abertura de lente f/1.75, enquanto a segunda conta com sensor de 12 MP e lente teleobjetiva para auxiliar no zoom óptico de 2x, assim como em retratos com fundo borrado. A terceira, com 16 MP de resolução, traz lente ultra-wide (grande angular) de 117° para capturar mais pessoas ou uma paisagem maior na mesma foto. O componente também é útil para fotografar macros, quando o objeto está bem próximo da câmera.

No Mi 9 Transparent Edition, a câmera principal traz abertura de lente f/1.47, que permite maior entrada de luz e, em tese, um desempenho noturno melhorado. A resolução é a mesma, de 48 MP. A câmera frontal é igual em todos os modelos, e aparece com sensor de 20 MP, contando com ajuste automático de cena por meio de inteligência artificial.

Bateria com recarga rápida sem fio
O celular da Xiaomi traz uma bateria de 3.300 mAh que, segundo a fabricante, é suficiente para um dia completo de uso. O principal destaque é a compatibilidade com tecnologia de recarga rápida, tanto com fio (27 Watts) quanto sem fio (20 Watts).

Software MIUI 10
O Mi 9 vem de fábrica com o sistema MIUI 9, desenvolvido pela Xiaomi com base no Android 9 (Pie). O software é conhecido por oferecer vários recursos extras ausentes no Android convencional. Um deles é um novo mecanismo de gerenciamento de tarefas, que aprende os hábitos do usuário com o tempo e promete otimizar o desempenho.

Preço competitivo
O lançamento da Xiaomi oferece praticamente as mesmas vantagens de rivais de categoria Premium, mas por preço menor. O celular está disponível por a partir de 2.999 yuans, o equivalente a, aproximadamente, R$ 1.730 sem considerar impostos. A opção Transparent Edition, mais poderosa, ainda não está à venda. A expectativa é que o celular comece a ser disponibilizado em abril no mercado asiático, com preço de 3.499 yuans, pouco mais de R$ 2 mil em conversão direta.

Os valores são bem menores que os do Galaxy S10, por exemplo, celular da Samsung vendido nos Estados Unidos por a partir de US$ 899,99 (aproximadamente R$ 3.480) e que chegou ao Brasil por R$ 4.999. A versão Plus é ainda mais cara, saindo por pelo menos US$ 999,99 (cerca de R$ 3.870) no exterior e R$ 5.499 no Brasil.

Ficha técnica Xiaomi Mi 9
Lançamento: fevereiro de 2019
Preço: a partir de 2.999 yuans (cerca de R$ 1.658 em conversão direta)
Tela: 6,39 polegadas
Resolução de tela: Full HD+
Câmera principal: tripla, 48, 16 e 12 megapixels
Câmera frontal: 20 megapixels
Processador: Snapdragon 855
Memória RAM: 6 GB, 8 GB ou 12 GB
Armazenamento: 128 GB ou 256 GB
Bateria: 3.300 mAh
Sistema: Android 9 (Pie)
Cores disponíveis: violeta, azul e preto
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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESSES NOVOS IPHONES


O CEO da Apple, Tim Cook, entra no palco do Steve Jobs Theater, em Cupertino, Califórnia, para anunciar três novos iPhones e uma nova edição do Apple Watch.
   Para uma certa multidão, a vitrine anual de hardware da Apple é um pouco parecida com o Natal de setembro. Funcionários da Apple trabalham duro na oficina de Cupertino durante todo o ano para se preparar para este dia, quando o CEO Tim Cook sobe ao palco e dá ao mundo um novo iPhone.

   Na verdade, faça três novos iPhones. A Apple seguiu o iPhone X do ano passado com o iPhone Xs, o iPhone Xs Max e o iPhone Xr . Também passou algum tempo exibindo o Apple Watch Series 4 , seu mais poderoso wearable até agora.

iPhone Xs e Xs Max

Os novos iPhones high-end da Apple começam a ser vendidos
a partir de 999 dólares
O novo iPhone Xs (pronuncia-se "tênis") se parece muito com o iPhone X do ano passado , com alguns refinamentos inteligentes. Com 5,8 polegadas, o Xs é um telefone pequeno, mas é tudo na tela - o painel quase não está lá. Se você quiser ainda mais tela, há também o maior iPhone Xs Max. Este é mais ou menos do mesmo tamanho que o antigo iPhone 8 Plus, medindo 6,5 polegadas, mas com a maior tela de sempre de um telefone da Apple. A Apple diz que ambos os telefones estão envoltos em seu vidro mais durável, com maior resistência à água do que os modelos anteriores. A Apple testou essas coisas em piscinas e canecas de cerveja, e jura que vai sobreviver até dois metros de profundidade por até 30 minutos.

Tanto o Xs quanto o Xs Max usam o Face ID , como o iPhone X. Eles vêm com câmeras de lente dupla, recursos de vídeo 4K e um recurso HDR "inteligente". Um software de câmera melhor incentiva todos os tipos de coisas divertidas, como ajustar a profundidade de campo depois de tirar uma foto. Os telefones também vêm com até 512 GB de armazenamento, o que significa que, se você quiser gastar o dinheiro extra para todo o armazenamento, é possível tirar mais fotos antes que o iPhone solicite que você limpe um pouco de espaço.


Mas a verdadeira notícia com esses novos iPhones são os chips. Ambos são equipados com o novo A12 biônico da Apple, o primeiro chip de 7 nanômetros de um smartphone. Pode processar 5 trilhões de operações por segundo. Na prática, isso significa que seu iPhone vai se sentir mais rápido e os desenvolvedores de aplicativos podem aproveitar o poder para fazer todo tipo de coisas divertidas. Os Xs custam US $ 999 - o mesmo que o iPhone X do ano passado - e o Xs Max custa US $ 1.099. Os telefones estão disponíveis para pré-encomenda no final desta semana; obtê-los em ouro, prata ou ouro espaço.

iPhone Xr

O iPhone Xr mais acessível sacrifica um pouco a qualidade
do material, mas custará US $ 749 quando for
disponibilizado em outubro.
      Se os novos Xs e Xs Max parecem muito caros ou não são coloridos o suficiente, a Apple tem a coisa certa para você. O iPhone Xr de 6,1 polegadas está entre o tamanho de um iPhone 8 e um iPhone 8 Plus, com um novo display LCD que a Apple chama de Liquid Retina Display. A bateria dura uma hora e meia a mais que o iPhone 8 Plus também. 

   O Xr vem com muitos dos sinos e apitos da linha iPhone X - olá ID de rosto , botão de adeus para casa - e também tem o chip A12 Bionic dentro. Não é bastante tão poderoso como o Xs ou Xs Max, mas ainda é uma atualização do iPhone X. Bonus: Este vem em todos os tipos de cores funky, como o amarelo, coral e azul. Está disponível para pré-encomenda no próximo mês e custa US $ 749.

Apple Watch Series 4

O mais recente Apple Watch é um dispositivo de
rastreamento de saúde com a adição de recursos de medição
de ECG.
   Nos poucos anos desde o lançamento , o Apple Watch tornou-se um dos produtos mais importantes do arsenal da Apple - tanto que Tim Cook deu o pontapé inicial ao evento de hoje ao apresentar a mais nova geração. O Apple Watch Series 4vem com uma tela maior e um painel menor, que oferece 30% a mais de espaço na tela para exibir estatísticas de condicionamento físico, placares esportivos e informações de calendário. Ele tem um microfone melhor e um alto-falante que a Apple diz que é duas vezes mais alto que o modelo do ano passado, para tornar mais fácil atender chamadas telefônicas, usar a funcionalidade Walkie Talkie ou comandos de latido na Siri. (Não tão grande para quem está por perto.) A Série 4 vem em tamanhos de 40 mm e 44 mm - um pouco maior que a 38 mm e 42 mm do ano passado, mas não muito. Há também um círculo vermelho ao redor da coroa, para diferenciar da série 3 do ano passado.

   Mas é o que está dentro da Série 4 que torna este relógio diferente de seus irmãos mais velhos. Um novo processador dual core de 64 bits, projetado internamente, dá a este um dobro da velocidade de desempenho, e alguns novos sensores possibilitam que ele acompanhe melhor sua saúde. O Apple Watch agora envia notificações quando o ritmo cardíaco está muito baixo ou se o ritmo cardíaco está irregular, ajudando a detectar e diagnosticar problemas precocemente. Ele também pode dizer se você tomou uma queda dura, o que irá desencadear uma opção para fazer uma chamada de emergência (literalmente a versão da Apple de "ajuda, eu caí e não consigo me levantar!). Mais importante ainda, um novo sensor da série 4 torna possível medir o ECG, algo que nunca foi possível antes em um dispositivo de consumo. A FDA até deu um selo de aprovação.

   O relógio começa em US $ 399 para GPS, US $ 499 para celular. Se isso soa como uma mudança séria, uma boa notícia: a Série 3 recebe uma queda para US $ 279.

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